Mãe social: o mito da reprodução do amor materno nas instituições de abrigo (por Dirce França)

“A partir de 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a criança passou a ser vista como “sujeito de direitos” levando ao esforço para substituir a antiga prática assistencialista por uma prática de caráter sócio-educativo na qual se procura garantir o desenvolvimento físico, emocional, social e educacional das crianças abrigadas. Para tanto, o Estatuto estabeleceu alguns princípios que alteraram profundamente a face da maioria de nossos abrigos.”

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Mãe social: o mito da reprodução do amor materno nas instituições de abrigo

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